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Só nos Estados Unidos da América existem quase 53.000 agências gestoras de recursos hídricos. Apesar de todas gerirem um recurso comum, a verdade é que não existe qualquer coordenação entre si. Não verifica a partilha de dados que permita alcançar uma visão holística do ecossistema da água.
Combinando a informação recolhida por ferramentas analíticas e tecnológicas, a gestão global da água pode transformar-se ou mesmo renascer. Os esforços da IBM visam a preservação e a protecção da água potável para beber, tomar banho, gerar energia eléctrica, produção alimentar e industrial, e irrigação das colheitas.

Aperfeiçoar a nossa gestão da água já não é apenas uma aspiração. Exige perícia e ciência, modelar e compreender sistemas complexos para melhorar a qualidade, preservação e a gestão deste recurso. Ou seja, exige um abastecimento de água mais inteligente para um mundo que se quer igualmente mais inteligente.
Se conseguimos prever, podemos melhor proteger
A IBM e a Nature Conservancy estão a construir ferramentas avançadas baseadas na Internet para a gestão da bacia de rios. Trabalhando em conjunto com investigadores da IBM, desenvolvem simulações computacionais em ambiente 3D, que permitam aos usuários visualizar os possíveis efeitos na biodiversidade do ecossistema em diferentes formas de utilização dos solos e da água.
1998 foi um marco para o comércio móvel: deu-se a primeira compra através de telemóvel e realizou-se a primeira venda através de donwload.

Ferramentas de visualização e de previsão facilitam uma gestão mais sustentável dos grandes rios do mundo, incluindo o sistema do rio do Paraguai-Paraná, no Brasil.
Para controlar temos de medir
Outros esforços da IBM têm objectivos similares de preservação e protecção da água potável. Em Nova Iorque, por exemplo, o Beacon Institute for Rivers and Estuaries (US)está a trabalhar em conjunto com a IBM para implementar um observatório "River and Estuary Observatory Network (REON)". Parte do estudo de monitorização e preservação consiste em aplicar sensores de flutuação ao longo do rio de Hudson. O objectivo é compreender, em tempo real, como o rio reage a tempestades, secas, interacção humana, etc.
A perícia flui
A IBM inaugurou recentemente dois Centros de Excelência de Gestão da Água. Um deles, naIrlanda (US) desenvolveu o SmartBay Galway, um projecto que faz uma recolha contínua de dados, em tempo real, sobre a qualidade da água, cultura aquática, índice químico, energia de onda e movimentos da maré contribuindo, entre outras coisas, para que os pescadores locais consigam gerir com equilíbrio a sua actividade.
O segundo centro, em Amsterdão, terá um papel-chave na entrega do Dutch Government's Flood Control 2015 (US),um programa em que colaboram empresas holandesas, agências governamentais e de educação para impedir a inundação das áreas baixas do delta provocada pelo mar.
A própria IBM poupa actualmente mais de 3 milhões de dólares por ano na sua fábrica de semicondutores na América do Norte, graças a uma solução abrangente da gestão do consumo de água.

