IBM - Vamos construir um mundo mais inteligente - Portugal
Voltar ao início

Um planeta mais inteligente. Um sistema de saúde mais inteligente.

Tab navigation

Durante as últimas duas décadas triplicou a predominância da obesidade na população. Se nenhuma medida for tomada, a Organização Mundial de Saúde (OMS) prevê que na Europa, em 2010, cerca de 150 milhões de adultos (20% da população) e 15 milhões de crianças (10% da população) serão obesos. Estima-se que os custos sociais relacionados com a obesidade representam entre 2 e 7% do total da despesa mundial em saúde e quase 1% do PIB europeu. Mesmo tendo sido reconhecida pela OMS em 1998 como uma doença, a obesidade tem muitos factores de responsabilidade individual, como o sedentarismo, os estilos de vida que envolvem uma queda da actividade física ou a considerável ascensão da presença de açúcar na alimentação. Estes são alguns dos factores em que políticas de prevenção poderiam actuar eficazmente.

À medida que a demografia da população continua a mudar, também devem mudar as soluções na área da saúde. Com ferramentas como a computorização das fichas de pacientes, equipamento sem fios de processamento de dados e redes telemáticas sobre saúde, podemos tornar a saúde mais inteligente.

De facto, um sistema inteligente de saúde não é somente um negócio de descobertas médicas. As soluções de saúde inteligente são definidas ao nível de cada indivíduo. Imagine por exemplo o modelo da “Casa Médica”: o médico geral faz o papel de "instrutor” perto de uma equipa médica que toma conta do bem-estar de um paciente e que responde a todas as suas necessidades preventivas e curativas. O médico devota mais tempo a cada pessoa; está acessível através de email e pelo telefone, com grande disponibilidade de marcação de consulta; e coordena os cuidados médicos a nível de toda a equipa.

Mas que mais podemos esperar de um sistema de saúde mais inteligente?

Partilha da informação

Uma saúde mais inteligente é interconectada. Por exemplo em Espanha, o Servicio Extremeño de Salud, em que cada localização tem o seu próprio sistema de ficheiros, decidiu criar uma plataforma global conectando quase 13,000 profissionais a um sistema de marcações que gere cerca de nove milhões de consultas por ano. Cada paciente pode deslocar-se a qualquer estabelecimento de saúde da sua área, sabendo que o médico pode consultar todos os dados do seu ficheiro médico.

Os profissionais dedicam o seu tempo aos pacientes, graças aos sistemas interconectados

Geisinger Health System serve mais de dois milhões de residentes da Pensilvânia. Esta empresa foi uma das primeiras organizações de saúde nos Estados Unidos a estabelecer ficheiros computorizados de pacientes. Constituiu assim uma imensa "reserva" de informação, de procedimentos e de estudos clínicos que é usada como base para a investigação médica e no desenvolvimento dos tratamentos.

A perícia não precisa de passaporte

Um sistema de saúde mais inteligente não conhece fronteiras geográficas, exemplo disso é a ilha Tristão da Cunha. Está localizada aproximadamente a 2800 km a oeste da Cidade do Cabo, África do Sul, e é acessível somente através de barco numa viagem que dura uma semana. Mas este isolamento não impede que os seus habitantes tenham acesso a cuidados médicos apoiados por alta tecnologia. O “Tristan Project” combina equipamento médico, comunicações satélite e tecnologia electrónica suportada remotamente, permitindo que especialistas de todo o mundo assistam os clínicos locais nas suas práticas médicas diárias e dando suporte de emergência.